Life Coaching e a Ansiedade

A ansiedade tem sido um dos elementos que mais tem estado em moda nos últimos anos. Ela atinge pessoas de todas as idades, faixas etárias, posições sociais e sexos, sendo também responsável pela qualidade de vida de cada um de nós, servindo como termômetro para indicar mais qualidade, ou menos.

Não existe área profissional em que a ansiedade não esteja inserida, desde as mais caóticas, até as mais prósperas e são poucos os que sabem lidar conscientemente com ela a ponto de tê-la como uma aliada, utilizando-a a seu favor.

Um Coach de Vida, ou originalmente um Life Coaching pode ajudar a trabalhar a ansiedade de forma que seja possível canaliza-la e potencializa-la para realizar grandes trabalhos. Entenda como: https://www.liderancaecia.com.br/os-10-diferentes-tipos-de-coaching/

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O que mais vemos a nível pessoal, são as mais variadas insatisfações, pois o desejo de querer que os momentos de lazer e entretenimento venham logo é tão grande quanto o mau aproveitamento deles. Quando estamos trabalhando, pensamos no que faremos quando chegar o final de semana, o que muitas vezes acaba comprometendo a qualidade de nosso trabalho, uma vez que nosso pensamento não está todo ele voltado para aquilo que estamos fazendo. E não há nada pior do que fazer uma coisa pensando em outra. Aparentemente pode parecer que nossa ação não perde qualidade, no entanto, esse “escape” mental movido pela ansiedade é um péssimo hábito que vai tirar justamente a folga, o relaxamento que nossa mente precisa para se dedicar a essa ação com tranquilidade.

Se fazemos uma atividade pensando em outra, estamos não só perdendo qualidade prática, como também sobrecarregamo-nos com elementos inapropriados. Essa sobrecarga é a que irá gerar um lastro, um peso que nos deixará esgotados no final do dia, da semana, mês ou ano. É como o pequeno vazamento, a infiltração ou a ferrugem que gradativamente vai proliferando, causando um problema maior lá na frente.

Um músico que está tocando seu instrumento, se aperfeiçoando e tentando dar o melhor de si naquele momento, perderá eficiência se nessa hora ele estiver pensando em outras coisas. Muitas vezes ele vai errar o tempo da nota, a intensidade que deve ser dada a cada uma delas, a leveza ou vitalidade no desenvolvimento da música, enfim, se ele toca sem pretensão de proporcionar uma boa melodia é uma coisa, agora, se ele busca a melhora constante, é preciso que o sentimento, o pensamento e a ação estejam em uníssono.

Fazendo um paralelo com a vida profissional, se estamos divididos e o resultado da nossa ação realmente não está sendo comprometido, a perda com essa divisão estará em algum lugar onde os olhos não conseguem notar. A maioria das vezes ela está roubando nossa satisfação de viver o momento presente, sentindo que estamos saudáveis, que estamos bem dispostos, que somos úteis e que atingimos o que almejávamos há um tempo, uma vez que hoje somos o resultado daquilo que pretendíamos atingir no passado.

O acumulo da falta de satisfação e tranquilidade nas ações do dia-a-dia levam as pessoas aos mais variados problemas físicos, vitais, emocionais, mentais e espirituais. Nesse sentido, é fundamental combater essa divisibilidade, esse péssimo hábito de fazer uma coisa pensando em outra, sem sentir o que está se fazendo. Para isso recorreremos ao conceito de indivíduo, etimologicamente, aquele que não se divide.

O indivíduo é aquele homem ou mulher que atinge um grau de unidade de pensamento, sentimento e ação, dando o melhor de si naquilo pelo qual é responsável, sem se deixar distrair, nem ser levado por interesses quer sejam de entretenimento, bem como econômicos, partidários, egoístas, enfim, ele busca a satisfação em fazer bem o seu papel, tendo a certeza que o fruto dessa ação correta será experimentado num determinado momento, independentemente de quando ou como seja.

É a mesma coisa que acontece com milhões de pessoas quando estão se alimentando. Ao invés de sentir o que estão comendo, pensando em encontrar e decifrar sabores, em perceber se estão saciados ou não, em mastigar bem e digerir de forma correta os alimentos, essas pessoas possuem atitudes as mais bizarras nesses momentos. Conversam enquanto comem, pensam no que aconteceu de errado, no que farão depois do almoço, pensam em como resolverão um problema, que resposta darão a um fornecedor, ao colaborador ou ao superior., assistem televisão, ouvem rádio, olham para todos os lados, esquecendo de comungar com o alimento.

Para mudar gradativamente o hábito da ansiedade é preciso muita reflexão com o que faremos a cada momento. Da mesma forma que um técnico orienta um plano tático para sua equipe., que um arquiteto desenha uma maquete idealizando uma obra., que um cozinheiro separa os produtos que farão parte do preparo de um determinado alimento, com muita atenção, bom senso e tranquilidade, da mesma forma é preciso delinear nossas ações, fazendo um planejamento com muita atenção, prevendo quando e quais serão os resultados delas, sabendo que há sempre uma margem para ajustes durante o processo e que o tempo estimado poderá sofrer vários reajustes em função de coisas inesperadas que venham a ocorrer.

Temos que ser realistas para controlar a ansiedade, é preciso ter os pés bem firmes no chão, embora a cabeça esteja no céu. Saber esperar e dar tempo ao tempo é um hábito que deve ser exercitado no quotidiano e isso pode ser desenvolvido com as situações as mais simples e variadas, como fazer um lanchinho tranquilamente, organizar nossos pertences com esmero, se dirigir a determinados lugares com antecedência, para evitar a presa e, também, dar vazão a essa energia de ansiedade para iniciar tarefas que não gostamos muito, utilizá-la como força motora para iniciar, dar continuidade ou concluir determinado projeto, mas tendo o cuidado de não pisar muito forte no acelerador, uma vez que a ansiedade tem que ser bem controlada para impulsionar-nos gradativamente em determinados momentos.

Dessa forma vamos aproveitando a nossa vida para conhecer um pouco mais de seus enigmas, entendendo seu funcionamento, suas leis, ciclos e ritmos, fazendo com que desfrutemos cada dia mais, incorporando bons hábitos e melhorando nosso estilo de vida.

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Progredindo passo a passo ao sucesso

Muitas pessoas estão aprendendo coisas novas a todo o momento, pois existe nelas o sentimento e a necessidade de tornar-se melhor a cada dia, tanto nas habilidades que lhes são próprias, quanto em novas atividades, a fim de desenvolver todo o seu potencial, fazendo com que a pesquisa e as experiências, ou seja, a busca de formas novas, colocando-as em prática, errando e acertando, façam parte do cotidiano.

Essa vontade de aprender é um querer próprio do ser humano. A maior vitalidade da pessoa se expressa quando ela está aprendendo e desenvolvendo-se nesse sentido, e não, como muitas pessoas acreditam, que essa energia vem do fato de estarem bem alimentadas. O aprendizado constante é o estímulo e a chave. Quando essa condição é perdida nos deparamos com um momento de declínio e perda de energia, uma vez que esta fica reduzida a quantia apenas de manutenção das tarefas, ao invés de ganhar as forças da criatividade, imaginação, entusiasmo etc.

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Considerando as leis que regem todo o universo, inclusive a nós que dele participamos, tal qual o dia e a noite, viveremos momentos de luz e de escuridão. Nos momentos de luz, nossas atividades estarão vivendo suas fases do `dia´, com o aparecimento de coisas novas que representarão essa luminosidade, a força que torna tudo aparente e que estimula diretamente nossas faculdades mentais de imaginação e criatividade. Desse modo, teremos fases de mais ou de menos rendimento, de mais ou menos pesquisa, e assim as energias de expansão e retração passam a agir e a influenciar tudo. Assim, a nossa condição deve ser a de indivíduos conscientes dos processos nos quais estamos inseridos e da direção dos objetivos e metas almejados.

A intenção que nos remete aos nossos anseios estará sujeita aos ciclos, mas temos que ter clara a sua finalidade para não deixar que seja levada pelos momentos de baixa, nos quais perderá força, ou quando ela `entrar´ na escuridão da noite ou for `adormecida´ pelo frio do inverno. Fazendo um paralelo com uma embarcação à vela, esta tem seu destino, seu porto definido e uma rota a seguir para alcançá-lo. Nosso barco será arremetido por ventos de diversas direções e velocidades, ou pela falta deles. As tempestades virão provar a resistência do material em que ela foi feita e o brio do capitão que a conduz. Este, por sua vez, precisará de atenção e de tranqüilidade em todas as horas, para perceber quando estiver soprando o vento que o levará em direção ao porto, perceber o `vento oportuno´, fazendo-se usufruir da oportunidade que o conduzirá ao tão almejado destino.

Os primeiros passos no caminho do êxito, aquele no qual nossos objetivos de vida serão alcançados de forma equilibrada, sem que uma área se sobressaia em detrimento das outras, devem ser dados gradualmente. Exemplificando, se pegamos a cor verde e queremos transformá-la em azul, ou se estamos numa determinada condição e queremos transformá-la em outra, não devemos fazê-lo de forma brusca, ou seja, tirar o verde e colocar o azul e pronto.

Toda mudança deve ser feita por escalas. Assim é com a Mãe Natureza, que vai mudando a cor dos frutos, saindo de um tom verde para a coloração própria do fruto maduro, o que nos permite colhê-los para nossa alimentação através do reconhecimento dessa coloração. Temos também o exemplo do amanhecer onde a claridade inicia-se a partir do momento de maior escuridão e aos poucos vai ganhando as nuances da manhã. Assim também é para conosco. Dessa forma, o verde começa a assimilar tons de azul e tornar-se um verde azulado. À medida que essa assimilação vai se intensificando a cor passa a ser um azul esverdeado, para posteriormente a antiga cor – nossa antiga condição – perder intensidade, desassimilando a textura esverdeada e ir ganhando intensidade da coloração azul, a que acabará por primar.

Façamos como Leonardo Da Vinci em sua enigmática técnica de pintura conhecida como `sfumato´, onde finas camadas de tinta eram sobrepostas com muita sabedoria, proporcionando as diferentes formas em suas obras. Desse mesmo modo, devemos produzir suaves pinceladas em cada uma de nossas atividades, para que a obra seja trabalhada em conjunto, para que nosso bem-estar seja alcançado, indo além de apenas nos destacarmos em uma ou em outra atividade.

É notório que quando dirigimos um carro, não temos que nos preocupar somente com o que está à nossa frente. É preciso ver o que está ao nosso lado, o que vem atrás, a velocidade e a marcha que estamos, o limite de velocidade da via, quanto combustível temos, a luminosidade externa etc. Dessa forma, temos que equilibrar todos os aspectos das nossas vidas, fazer com que tudo esteja sob controle e direcionado para o porto por nós pré-determinado, evitando dissabores e problemas inesperados por falta de visão da globalidade.

Se as cores das diversas áreas não estão nos tons que gostaríamos ou não estão muito firmes, devemos mudá-las gradativamente, de grau em grau. Assim, após o degrade, chegaremos à cor desejada desde o começo desse importante processo.

Gerenciamento Harmônico de Conflitos

Uma das coisas inerentes à vida é o Conflito. Tudo que se expressa no dia-a-dia participa de momentos, situações e intensidades diferentes que em seus desenvolvimentos naturais vão gerando diversas energias que se alternam ininterruptamente.

A passagem do mundo escolar, em todos os seus estágios, para a vida profissional, denotam distintos momentos cujas atitudes variam tanto quanto o número de pessoas as quais iremos nos relacionar em cada âmbito, as mais variadas funções que assumiremos e os inúmeros projetos nos quais nos envolveremos.

Um profissional colocado no mercado passará por fases que amadurecerão e consolidarão seu conhecimento e reputação., passados os primeiros anos, ou décadas, a experiência vai se somando gradativamente e tomando corpo, suas certezas aos poucos são consolidadas na mesma proporção que seus anseios e dúvidas.

Uma mãe, um pai, um educador, vive constantemente as mesmas situações em graus de intensidade diferentes. Alguém que prepara um alimento também, pois cada refeição demandará estados de espírito, cujas vibrações, se sabe, influenciarão no sabor dos mesmos.

O autoconhecimento e o estudo das leis da natureza sempre estiveram presentes no quotidiano das pessoas em diversas civilizações, sendo que em muitas delas as questões como a harmonização dos conflitos eram prioridade, pois dela adviriam os bons resultados, aqueles que gerariam os melhores benefícios aos envolvidos.

Para que esse ideal seja atingido é preciso transparência., sem ela nada fica claro, e a pouca visibilidade prejudicará a suavidade nas relações. No entanto, essa não é uma qualidade a ser exigida, mas que deverá ser cultivada com toda equipe, por todo o time, pela família, iniciando-se, é claro, por si mesmo. Fazendo o que deve ser feito, mais do que desejamos apenas para nós mesmos, visualizando e trabalhando pelo grupo como um todo, mais que apenas para os nossos interesses, pois se fazemos parte de uma família, de um time, de uma equipe, assim que ela atingir êxito, este irá reverberar seus benefícios em nós.

Assim como um espelho, para que ele cumpra sua natureza como tal e reflita aquilo que está diante dele, terá que, necessariamente, estar bem polido. Não basta ver as siluetas, os contornos e imagens pouco focadas. Quando se trata de coisas de grande importância como o são o convívio com os familiares, o atendimento aos clientes, a execução de projetos desafiadores e inovadores, a qualidade de produtos e serviços, enfim, a vida humana, é preciso clareza para que os valores sejam elevados.

Quem gosta de um médico que não é claro no tratamento que está lhe prestando, no mecânico que faz a revisão do carro que viajaremos com nossa família, ou do fornecedor cujos produtos são de duvidosa procedência? Temos que colocar em prática os ensinamentos que recebemos desde pequenos, não fazer aos demais o que não gostaríamos que fizessem com a gente. Essa é, sem dúvida, uma boa base para que a resolução harmônica de conflitos seja alcançada. Reflita sobre isso!

 

A Arte da Convivência no Trabalho

Quando alguma coisa nos incomoda, nossa intenção é de tirá-la do caminho. Quando uma pessoa esboça algum tipo de atitude em desacordo com o que queremos, nosso posicionamento é de agressividade, embora esteja camuflado, procurando uma solução rápida para que o “empecilho” seja eliminado.

Fomos acostumados a taxar as coisas em dois tipos: gostamos ou não gostamos. Muitas vezes se gostamos, aceitamos e se não gostamos, extirpamos, mesmo sem investigar e verificar se realmente isso nos é benéfico ou não.

É ruim ficar interpretando, pré-conceituando, julgando atos, pensamentos e sentimentos dos outros. É preciso constatar o que está acontecendo, tendo a intenção de produzir o melhor para ambos, sem tensões nem muito esforço, buscando uma boa convivência com as pessoas que fazem parte de nossa rotina, bem como com as que vemos uma vez ou outra.

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A sociedade está passando por um momento de tensão em que muitos estão com os nervos à flor da pele. Qualquer motivo já é razão para extravasar todo um sentimento de inconformismo, indignação, impotência e frustração. Isso se deve, em grande parte, à falta de referencial interno, de valores e princípios de crescimento pessoal.

A referência em voga é a massiva e está contaminada e despejada aos montes junto à grande quantidade de informação que recebemos diariamente. Informações mal explicadas, distorcidas, inventadas e incompletas. Urge frear a quantidade e visar à qualidade, encontrada em bons programas e boas leituras.

Atitudes a “ferro e fogo” fazem parte de um passado onde não havia conhecimentos de relacionamento humano, uma época ainda bastante influenciada pelo obscurantismo da idade média. Hoje temos informações de sobra.

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Quem quer se tornar um bom líder, quem quer tranqüilidade no trabalho, em suas atividades e ter êxito naquilo que realiza, tem material de sobra para estudar e colocar em prática. Existem milhares de pessoas corretas, honestas, responsáveis, dedicadas e com uma rotina saudável.

Elas se tornam bem sucedidas, ao encontrarem nos valores o melhor dos alicerces, respeitando seus limites físicos e mentais, compreendendo as diferenças entre pessoas e situações, harmonizando em primeiro lugar consigo mesmas, e depois com tudo que as rodeiam.

A convivência é uma arte, é a “con vivere”, a arte de “viver junto”. E o viver junto não é estar rodeado de pessoas, muito pelo contrário, é ter as pessoas no seu âmago, ter o carinho delas, sua atenção, seu esforço por um sentimento de cumplicidade em que todos estão JUNTOS pela mesma causa, pelo bem comum, fazem parte de um mesmo “time”, chegando esse convívio a ter a denominação de “família”. Um grupo assim, com união e comprometimento uns para com os outros, são base de equipes e empresas de sucesso.

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Faça parte dos “politicamente corretos” sob o ponto de vista do relacionamento humano. Busque em si mesmo um estado de tranqüilidade antes de pensar sobre determinado assunto que incomoda.

Use o bom senso para avaliar as coisas que estão atrapalhando seu caminho e conjugue-as da melhor forma, a mais adequada. Antes de enfrentar problemas encontre um estado de alegria, pois eles, no fundo, são provas para nossa superação.

Agindo dessa forma, teremos uma amostra do que é a arte da convivência, ferramenta importante do bem viver.

A Constatação é a Verificação na Prática

Todos sabem que a comunicação é importante nas empresas, no laser, em casa, e que treinamento e aprimoramento constantes são fundamentais. Porém, isso tudo corre o risco de perder muita força caso não seja efetivamente levado à prática e cumprido satisfatoriamente. Sendo assim, é preciso fazer constantemente uma verificação do resultado dessa relação teoria/prática.

Nesse sentido, faz-se necessário desenvolver mecanismos que deem respaldo a essa verificação. Muitas vezes vemos que as pessoas recebem treinamento, se especializam, aprendem novos enfoques e novas técnicas, mas ainda assim algo não funciona como esperado, e isso ao longo de um ano, ou até períodos maiores. Em determinados momentos nos quais esse desenvolvimento é colocado à prova, verifica-se uma distância muito grande entre o conhecimento adquirido e o incorporado e utilizado no dia a dia.

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Para evitar esses inconvenientes, é imprescindível a verificação constante, a constatação, verificar se a ação está de acordo com o planejado. É preciso constatar se o que foi transmitido estava correto e respaldado pela necessidade da pessoa, grupo ou empresa. É preciso constatar se foi entendido e assimilado e, também, é de vital importância que seja colocado em prática corretamente, e que para isso seja possível é preciso acompanhamento do `andar da carruagem´.

Enquanto não for incorporado e feito `lei de ação´, não se pode descuidar das ferramentas de verificação, com avaliações periódicas e acompanhamento direto feito por quem conhece e sabe muito bem qual a prática correta. Então, coloquemos a constatação em movimento!

Gostou do texto? Comente o que achou ou sugira outros temas para serem abordados aqui! Um abraço!